ESCOLAS

No caso de escolas, a legislação impõe a vedação de qualquer prática que represente algum tipo de “constrangimento” ao estudante. Não se pode impedir o aluno de frequentar aulas, fazer provas, ou de utilizar as instalações da escola nas atividades letivas, ou lazer nos intervalos. A multa por atraso é muito baixa, o que encoraja a inadimplência diante de outros débitos de custo mais elevado. Os únicos recursos que uma escola pode utilizar para se proteger contra a inadimplência é impedir a rematrícula de um aluno enquanto este estiver em débito e apenas quando esta rematrícula é devida (uma vez por ano), ou transferir o risco de inadimplência a terceiros (por exemplo aceitando o pagamento através de cartões de crédito, o que representa um custo adicional, nem sempre viável). Por estas razões, débitos escolares em atraso tendem a se prolongar até a época de rematrícula, drenando o capital de giro das escolas, requerendo uma atuação rápida, enérgica e eficaz. Nestes casos, o custo da cobrança será também compartilhado entre o credor e o devedor, porém em menor grau por parte do credor. Aliás, as Escolas sempre condicionadas a não “constranger” o aluno ou seus responsáveis financeiros, valorizam muito a energização das cobranças por parte da Êxito, não só pelo aspecto financeiro, mas pelo suporte efetivo que oferece ao se interpor entre a Escola e o devedor, defendendo os interesses desta, e também pelo ônus adicional aos devedores representado pela taxa de cobrança acrescentada pela Êxito ao valor do débito, que desencoraja inadimplências futuras.